O que tiramos disso
Três ideias voltam de um estudo para o outro. Primeiro, o celular nos custa atenção mesmo quando não o usamos: em cima da mesa, ou quando chega uma notificação. Depois, esse tempo sai do que mais importa, o sono e as pessoas que amamos. Por fim, e essa é a boa notícia, mudanças simples funcionam: uma hora a menos por dia, uma pausa antes de abrir um app, uma tela em preto e branco, dez minutos de redes sociais em vez de uma hora.
Então o problema não é saber o que fazer, e sim manter. Um estudo do Insee, o instituto de estatística da França, mostra que um em cada três internautas já tentou limitar as telas. É por isso que o Livetime coloca essas soluções no único lugar que você não consegue evitar: a tela inicial. Explicamos em detalhes em por que a força de vontade não basta.
Como escolhemos os estudos
Só ficamos com trabalhos publicados, com um link para a fonte, de preferência o DOI, o identificador permanente de um artigo científico. Resumimos o que eles medem, sem fazê-los dizer mais do que dizem. E deixamos de lado os números que circulam sem origem, como o do peixinho-dourado que teria mais atenção do que nós: nenhum estudo jamais mediu isso.
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