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Manifesto

Viver de outro jeito.

Nossos celulares se tornaram as máquinas mais eficazes já construídas para capturar nossa atenção. Equipes inteiras trabalham todos os dias para que fiquemos alguns minutos a mais.

E funciona. Quatro horas por dia na França, um quarto do nosso tempo acordado. Esse tempo sai de algum lugar: do sono, da concentração, das pessoas que amamos.

E, mesmo assim, não dá para simplesmente viver sem ele. As passagens, os mapas, o banco, as mensagens de quem a gente ama: o celular se tornou indispensável.

Para os esportistas, os artistas, os criativos, os ambiciosos, os dançarinos, os leitores. Para as pessoas que vivem.

Nosso jeito de fazer

A gente não bloqueia, a gente acompanha. Uma solução que frustra sempre acaba desinstalada. O Livetime quer ser o contrário: nem chato, nem rígido, mas gratificante. O tipo de ferramenta que dá orgulho de não ter passado a noite no celular.

É por isso que tudo continua acessível. Você abre o Instagram se quiser, mas decide antes por quanto tempo. Você assiste ao vídeo que procurava, sem os cinquenta seguintes. Você mesmo escolhe a dificuldade, de Fácil a Difícil.

A evolução humana, do macaco ao humano de pé, e depois curvado sobre o celular; e uma segunda evolução em que ele se endireita, com o celular na mão.

Nosso objetivo

Hoje, quase tudo é construído para passarmos o máximo de tempo possível no celular. Queremos construir o contrário: um mundo em que passamos nele o mínimo de tempo possível, e aproveitamos a vida.

Nossa ambição é simples de dizer: levantar a cabeça, e mudar o destino da humanidade.

Nossa história

De um problema pessoal a um app.

  1. No último ano do ensino médio, testo todos os apps para reduzir meu tempo de tela. Eles funcionam um ou dois dias, depois eu desinstalo. Me sinto culpado, digo a mim mesmo que sou um procrastinador.

  2. Entro na “prépa”, os dois anos de preparação intensiva para as grandes escolas de engenharia da França, e não posso mais perder tempo. E entendo uma coisa: se a gente não consegue se limitar, é porque o celular não foi feito para isso.

  3. Leio tudo, assisto a tudo, testo dezenas de apps, o preto e branco, as redes apagadas e depois reinstaladas. Aos poucos, encontro soluções que funcionam de verdade.

  4. Enfim tenho um sistema que funciona para mim. Não fico mais rolando a tela, faço coisas novas, sou mais feliz.

  5. Instalo para o meu irmão, meu primo, meus amigos, e funciona para eles também. Mas cinco ou seis apps diferentes, configurações por toda parte: nem todo mundo consegue fazer o que eu fiz.

  6. Inscrevo este projeto no The Project, o programa do youtuber francês Inoxtag.

  7. A resposta chega: é um não. Mas não desistimos. Montamos uma pequena equipe com estudantes de prépa, e testamos muita coisa.

  8. Mais de seis meses de desenvolvimento, para reunir tudo num único app: o Livetime.

  9. Dois meses de testes na Play Store com os primeiros usuários.

  10. O Livetime é publicado no Google Play.

  11. Mais de 100 downloads, e um estudo em andamento para medir o que o Livetime muda de verdade.

Emile Clement, criador do Livetime

Menos celular. Mais vida.

Disponível no Google Play

Mais de 100 downloads